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Hóquei, este é o momento

É chegada a hora de voltarmos a vencer e é tempo de olharem para esta equipa, para estas atletas e para esta modalidade, com o respeito que todos merecem.

Estamos a poucas horas do início de mais um Campeonato Europeu. Poderia ser só mais um Campeonato, mas não, este é O Campeonato!

O primeiro em época de pós-pandemia, com todas as restrições que isso trouxe e ainda se fazem sentir; o primeiro para muitos dos jovens adeptos do hóquei e o primeiro para algumas das selecionadas.

O local, é o mesmo de 2018, a Mealhada, mais propriamente o Pavilhão do Luso ou a “Casa do Hóquei”, como já é apelidada. Tem sido este o refúgio da nossa Seleção para três semanas de concentração, trabalho e muita dedicação.

Treinadores, atletas e staff da FPP, todos juntos por um só objetivo – a vitória – porque este é o momento!

É chegada a hora de voltarmos a vencer e é tempo de olharem para esta equipa, para estas atletas e para esta modalidade, com o respeito que todos merecem.

É tempo do Hóquei

Podíamos mostrar estatísticas, gráficos e estudos, mas não faz sentido falar no passado. O foco está no presente, falando do presente que se escreve com nomes próprios.

Marlene Sousa, Ana Ferreira, Sofia Moncóvio, Raquel Santos, Rita Batista, Maria Vieira, Cláudia Vicente, Maria Silva, Joana Teixeira, Beatriz Figueiredo e Renata Balonas – estes são os nomes que assinam o momento.

Quisemos saber um pouco sobre o estado de espírito de cada uma durante estes dias e por isso é a elas que damos o destaque e a voz, em discurso directo.

Prontas para a luta?

“Sem qualquer dúvida!” assegura Joana Teixeira, a par dos testemunhos das suas colegas atletas.

“Tem sido dia após dia de muito trabalho e muita “luta” e com toda a dedicação e muito suor estaremos completamente prontas para a “luta final”. Cláudia Vicente

“Claro que sim! Sabemos e temos a consciência de que vai ser um Campeonato da Europa “atípico”, tendo em conta a época que estamos a viver, mas encaramos cada dia de trabalho na Seleção como se do último se tratasse. Estamos a trabalhar bem, a 200%, e a absorver e ultrapassar os desafios que nos têm sido propostos a cada dia de trabalho.” Maria Vieira

“Sim. Estamos prontas para reconquistar o título que nos foge há demasiado tempo.” Raquel Santos

“Em termos de motivação e ambição estamos mais que prontas para a luta, não há motivação maior que representar o nosso país, principalmente na nossa casa. Até lá ainda temos muito trabalho pela frente para afinarmos os últimos detalhes para aquele que queremos que seja um grande Europeu.” Sofia Moncóvio

“Claro que sim! Prontas para dar tudo por Portugal.” Rita Batista

“Trabalhamos um ano inteiro para que chegue este momento, por isso sem dúvida alguma que estamos prontas para a luta.” Ana Ferreira

“Quando se tem o privilégio de vestir a camisola das Quinas temos de estar sempre prontas para dar tudo! Representar o nosso País é o sonho máximo de qualquer atleta e nós não fugimos à regra. Prontíssimas!” Marlene Sousa

“Estamos preparadas para o que vier e sobretudo com muita vontade de jogar e mostrar aquilo que valemos em campo.” Beatriz Figueiredo

“Sim! Estamos sempre prontas para dar tudo por Portugal!” Maria Silva

O sentimento é geral e o sentido de dever cumprido é unânime, mas o que podemos esperar deste grupo?

Cláudia Vicente revela que esta equipa tem “União, muito trabalho, perseverança e uma vontade enorme de ganhar!” e Maria Silva acrescenta que “Há muita entrega, querer e ambição. Estamos unidas pelo mesmo objetivo que é a conquista do campeonato europeu.”

“Somos um grupo muito unido, prontas para dar o nosso melhor e para o troféu ficar em casa!” confirma Raquel Santos

Maria Vieira explica que “Estamos a falar de um lote de jogadoras que, à exceção de duas, já se conhece e já tem vindo a trabalhar em conjunto há alguns anos. Somos uma seleção jovem, com muita ambição e muita irreverência. Temos um sonho coletivo e estamos as dez unicamente focadas nisso!”

Sofia Mocóvio sublinha que “Se estamos na seleção nacional temos de ter a convicção de que somos realmente as dez melhores a atuar em Portugal neste momento, independentemente das opiniões exteriores. Temos de nos focar em nós e no que poderemos fazer, juntas e acredito que este coletivo está pronto para dar tudo pelo que quer alcançar!”

Ana Ferreira concorda. “Somos jogadoras experientes e acima de tudo orgulhamo-nos de representar o nosso país. Somos dez jogadoras nesta luta, mas felizmente sabemos que podemos contar com o apoio de milhares de adeptos que nos apoiam de fora e isso será sempre uma motivação extra. Acima de tudo esperamos não desiludir os portugueses.”

Joana Teixeira não tem dúvidas “Este grupo está muito unido, preparado para a luta e focadas para a vitória.”

“Muita vontade de ganhar! Estamos todas com o mesmo foco que é dar o melhor de nós mesmas e deixar tudo em campo.” confirma Beatriz Figueiredo.

Marlene Sousa estabelece a fasquia. “Podem esperar sangue, suor e lágrimas, mas as contas fazem-se no fim! Temos um grupo muito unido e determinado que vai fazer de tudo para deixar o título europeu em Portugal.”

Rita Batista tem a certeza que “Lutaremos sempre até ao apito final por cada vitória!”

A Mealhada volta a ser “casa” e o Luso é o palco de todos os sonhos. O que esperam encontrar a cada jogo?

Maria Vieira reconhece que “Tendo em conta a atual situação pandémica sabemos e compreendemos desde já que o ambiente indescritível que vivemos na final do Europeu 2018 na Mealhada não será possível recriar. Contudo, depois de uma época inteira sem público nas bancadas sabemos que voltar a ver pessoas, e sobretudo as nossas pessoas queridas, nos vai servir de “empurrão” rumo ao nosso objetivo! Espero ver as bancadas com o maior número de pessoas possível, a cantar e a gritar por Portugal e pelo Hóquei Feminino.”

Maria Silva entende que “Após um ano sem público nos pavilhões, vai ser muito especial disputar o campeonato da Europa junto dos nossos, juntos dos portugueses. É sem dúvida uma força extra e motivação para a equipa.”

Cláudia Vicente sente-se motivada. “Sem dúvida que jogar em nossa casa será sempre uma mais valia, ainda para mais com o regresso do público nos jogos, depois deste ano atípico. Esperamos um grande apoio das nossas pessoas e dos portugueses, vai ser muito bom sentir isso.” e Raquel Santos tem a mesma vontade “Esperamos encontrar casa cheia, queremos o apoio de todos!”

Sofia Moncóvio vai mais longe “Queremos mais do que nos sentirmos em casa, com as nossas famílias e amigos na bancada. Queremos que o ambiente seja motivador e que imponha respeito para as outras seleções. Estamos a jogar em casa e temos de jogar com esse fator.”

Beatriz Figueiredo tem a mesma confiança “Esperamos encontrar nas bancadas as pessoas que mais gostamos e não só, fãs da modalidade e portugueses que venham apoiar a seleção e estamos felizes que isso já seja uma possibilidade porque sentir o apoio dessas pessoas dá-nos uma força extra!”

Marlene Sousa acredita que “O público português conhece bem a modalidade e nós sentimos o carinho que existe. Esperamos um grande apoio e muita emoção. Até porque temos boas memórias do último europeu disputado em Portugal, na Mealhada, onde os adeptos estiveram sempre presentes e em grande número. Serão, sem dúvida, o sexto jogador e vão ter um papel importantíssimo no nosso caminho neste Europeu.”

“Um pavilhão cheio de adeptos a torcer por nós. Passamos um ano muito complicado sem o apoio dos nossos adeptos nas bancadas, e nada melhor do que conseguir jogar um Europeu com casa cheia para nos apoiar.” este é o desejo de Ana Ferreira.

Rita Batista conta com “Um pavilhão que seja a nossa força extra e nos ajude a conquistar cada vitória.”

A equipa quer “Encontrar um ambiente de festa e de grande apoio à equipa.” conclui Joana Teixeira.

Portugal, campeão europeu por três vezes, busca incessantemente voltar ao lugar mais alto do pódio.

O grande “alvo” a abater é a seleção espanhola, campeã das cinco últimas edições, que tem sido, até agora, o “calcanhar de aquiles” das equipas portuguesas.

E elas? O que pensam?

“Esta é sempre aquela pergunta para a qual não temos uma resposta definitiva até as coisas acontecerem. Esta equipa tem muita vontade de ganhar. De fazer história e dee honrar o país, o povo e o símbolo que carregamos ao peito. Mais do que desporto, trata-se de honrar a nossa história e as nossas origens e Portugal vai lutar até ao último segundo e apito final do árbitro, para que o troféu fique em casa e possamos festejar o início de uma nova era do Hóquei em Patins Feminino Português.” afirma Maria Vieira.

Sofia Moncóvio volta a frisar “Não há motivação maior que jogar pelo nosso país, vencer por ele então, não tem descrição e o nosso ânimo não pode ser maior! Mas por agora sem grandes festas, estamos focadas no nosso trabalho diário, quando chegar o momento da verdade queremos estar prontas.”

“Estamos a trabalhar para que jogo a jogo tenhamos uma vitória, almejando o tão desejado título. Os ânimos estão no máximo para podermos voltar a ser felizes e fazer com que o título Europeu fique em casa.” assegura Rita Batista.

Ana Ferreira garante que “Faremos de tudo para que a taça fique em casa. Temos consciência que não vai ser uma caminhada fácil, mas a equipa está unida e motivada para que, passados tantos anos, possamos voltar a levantar a taça.”

“O objectivo é precisamente esse! Portugal não joga apenas para participar. Portugal joga para lutar pelo título europeu. Estamos todas super motivadas e com a certeza que daremos e faremos tudo para honrar o nosso país e orgulhar os Portugueses. O facto de ser disputado em Portugal é uma motivação extra para nós!” confirma Marlene Sousa.

Beatriz Figueiredo assume que “Está ao nosso alcance mudar o rumo que a história tem tido e não há mais ninguém que esteja mais motivado para o fazer do que nós, atletas e staff. Estamos a treinar muito e a dar o melhor de nós para esse sonho passar a realidade!”

A convicção é grande, tal como demonstram os testemunhos de Joana Teixeira “A equipa está preparada para lutar por este campeonato europeu e fazer de tudo para ganhá-lo. Todo o grupo está bastante entusiasmado e pronto para tudo.” e de Maria Silva “Estamos focadas e determinadas para, jogo a jogo escrevermos o nosso nome na história!”

“Sim, esperemos que seja este ano, o ano da reviravolta. Estamos muito motivadas para lutar pelo primeiro lugar.” deseja Raquel Santos.

Estas são as “nossas” dez do Hóquei feminino.

Muito mais haverá por dizer e escrever, porque elas são incomparáveis e nada nem ninguém lhes tirará isso. O caminho que percorreram para chegarem ao ponto mais alto, vestir a camisola da Seleção, por Portugal, é indiscutível!

Fica aqui expresso, o desejo de rápidas melhoras para a Renata Balonas, que já na fase final do estágio sofreu uma grave lesão, que a impedirá de dar o seu contributo à equipa na fase decisiva. As vitórias serão tuas!

De realçar, para terminar, o excelente trabalho de todo o Staff da FPP, que com muita dedicação e trabalho, tem feito desta, a melhor campanha de sempre.

Estamos todos convictos que é este ano e nós cá estaremos sempre, por elas e pelo Hóquei.

Marta Faria, Raparigas do Hóquei.

O Nosso Grupo