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Desporto feminino, elas também jogam

Por isso o INMOTION esteve à conversa com Marta Faria, a fundadora do Raparigas da Bola, um grupo que luta para dar voz e visibilidade a atletas femininas.

Nunca é demais lembrar que elas também jogam. E jogam em todas as modalidades a que se propõem jogar. E alcançam grandes resultados e somam grandes vitórias.

No entanto, o eco do papel da mulher no desporto ainda é curto e a projecção das suas performances e resultados precisa de grande união.

Por isso o INMOTION esteve à conversa com Marta Faria, a fundadora do Raparigas da Bola, um grupo que luta para dar voz e visibilidade a atletas femininas.

Este árduo trabalho de divulgação do desporto feminino tem sido, inevitavelmente afectado pela realidade pandémica que a todos nos atinge e por isso procurámos saber de que forma as mulheres no desporto têm reagido.

Marta Faria Raparigas da Bola

Como é que a pandemia alterou o consumo e a produção de informação desportiva?

Alterou bastante, visto que fazíamos reportagem fotográfica de alguns eventos e com todas estas restrições, foi algo que tivemos de interromper. Focámo-nos mais nas redes sociais, fazendo sempre menção ao facto de estarmos presentes, apesar de tudo.

Que tipo de informação procuraram destacar durante os confinamentos?

Numa primeira fase, ainda o ano passado centrámos a atenção nas atletas, para saber o que faziam na paragem dos campeonatos e de que modo a pandemia lhes tinha alterado as suas rotinas.

Fizemos parte do movimento #elastambemjogam, em parceria com a Havas Lisboa, que pretende dar visibilidade à mulher no Desporto, divulgando as suas conquistas, para lá das medalhas.

Apelar e sensibilizar as pessoas para a falta de notícias na imprensa escrita e televisiva tem sido fundamental. Temos andado sempre em cima de todos os acontecimentos, basicamente.

Atletas

Como podem os media divulgar os diversos projetos desportivos?

Os media têm um enorme aliado nas redes socias, mas aproveitam-no muito pouco ainda. É a forma de chegar mais rápido a mais pessoas e esse tem sido o nosso foco.

E de que forma têm vocês apostado nos meios digitais?

Nós, como Raparigas da Bola trabalhamos muito neste contexto digital. Cada vez mais. Partilhar, identificar atletas, clubes e associações é um trabalho muito necessário e profícuo.

Equipa

Que ideias estão a emergir para o futuro da informação desportiva?

Estamos a pensar numa rubrica que vai um pouco ao encontro das jogadoras portuguesas que estão neste momento no estrangeiro. Tentar conhecer a realidade delas no País que as acolheu. Este é o projeto mais inspirador que estamos a empreender.

A nível de divulgação, o sonho de uma publicação impressa continua sólido. Estamos a alinhavar alguns detalhes deste nosso grande objetivo.  

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