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O futuro do desporto, 5 tendências

Se está ligado ao desporto, seja através dum clube, duma federação ou um meio de comunicação especializado, seja um fabricante de equipamentos ou têxteis desportivos ou uma empresa prestadora de serviços desportivos vai querer estar a par destas cinco tendências mais relevantes do mundo desportivo, que decidimos destacar.

A mudança é uma constante na vida e, obviamente também, no mundo do desporto.

Após um ano de alterações disruptivas causadas pela pandemia, o rápido avanço da tecnologia, as mudanças demográficas e as consequentes transformações nos hábitos de consumo e vivências exigem de todos nós, profissionais da área do desporto uma adaptação urgente às novas tendências emergentes.

Se está ligado ao desporto, seja através dum clube, duma federação ou um meio de comunicação especializado, seja um fabricante de equipamentos ou têxteis desportivos ou uma empresa prestadora de serviços desportivos vai querer estar a par destas cinco tendências mais relevantes do mundo desportivo, que decidimos destacar.

Globalização

Globalização

Não é propriamente uma novidade, mas é inevitável e essencial tornar-se global.

As audiências, os adeptos, as competições e a comunicação social, não conhecem fronteiras e estão todos ligados e conectados e as restrições da pandemia fizeram crescer ainda mais esta tendência.

O mundo do desporto não escapa a esta realidade e quem pratica, segue ou participa está em qualquer lugar e sempre ciente e actualizado.

A competição e os atletas são planetários, quer seja uma liga, um campeonato ou um torneio, quer se chamem Cristiano Ronaldo, Marco Fortes ou Telma Monteiro.

Os espectadores querem ver desporto onde quer que estejam e por isso os media estão empenhados em consolidar direitos de transmissão.

Os clubes procuram fãs a nível internacional para fazer crescer a sua notoriedade e novos fluxos de receita.

Perante esta crescente tendência é fundamental garantir um alcance global em cada área a que se dedica no negócio do desporto.

Softball

Modalidades desportivas não-tradicionais

Nos últimos anos as modalidades desportivas mais tradicionais têm tido algumas quedas nas taxas de participação e isso deve-se, principalmente às mudanças demográficas no mundo ocidental e aos diferentes interesses da geração Z, nascida no início do séc.XXI.

Esta geração mais nova e mais ávida considera que algumas modalidades desportivas tradicionais ocupam muito do seu tempo, são pouco desafiantes e não reflectem a sua personalidade.

Assim sendo aderem cada vez mais a modalidades desportivas diferentes e não-tradicionais, como desportos de aventura, e-sports ou até reinvenções de modalidades existentes como o softball ou o segway-polo, inspirado no pólo obviamente, onde os cavalos são substituídos pelas rodas das segways.

Esta tendência vai certamente evoluir, já que a Covid-19 fez com que muita gente optasse por praticar desportos onde as distâncias são garantidas.

Pela mesma razão as modalidades tradicionais praticadas ao ar livre, como por exemplo o golfe, têm assistido a uma crescente adesão.

e-sports

E-sports

E-sports, ou desportos electrónicos são cada vez mais populares e estão a tornar-se uma enorme indústria que veio para ficar.

Mas vamos por partes…

O termo E-sports engloba várias modalidades de jogos electrónicos, que na prática tem evoluído na realização de competições profissionais de jogos de computadores ou videogames transmitidos para milhares de pessoas.

Actualmente um público, que se estima chegar a um bilião de espectadores em 2025 alimenta uma realidade desportiva que movimenta mais de 1 bilião e meio de dólares e onde estão envolvidas as empresas de jogos, equipas, jogadores, conhecidos como e-atletas, transmissão e empresas que apoiam este mercado em rápido crescimento.

Há quem não considere E-sports um desporto, argumentando que os e-atletas estão simplesmente sentados em frente a um computador.

Em contrapartida há quem discorde, alegando que se o desporto se define apenas pelo esforço físico, modalidades como o xadrez ou corridas automóveis não poderiam também elas ser consideradas desporto.

A verdade é que os melhores jogadores vivem como verdadeiros atletas, praticando o seu jogo muitas vezes 8 horas por dia, rodeados duma equipa técnica de treinadores que lhes ajudam a desenvolver tácticas e estratégias de jogo, coaches, nutricionistas…

Portanto E-sports é de facto reconhecido como desporto, cada vez mais praticado pela geração Z, muito experiente em tecnologia. E esta nova geração acredita que o desporto não precisa de ser necessariamente uma actividade física.

Inteligência artificial

A Inteligência Artificial

A IA (Inteligência Artificial) afetará a maior parte das áreas profissionais mais cedo ou mais tarde e consequentemente terá também um grande impacto nos mundo do desporto.

O conceito de “big data” – a análise do grande volume de dados estruturados e não estruturados que são gerados a cada segundo – pode prever o potencial e o talento dos atletas.

A avaliação, até hoje subjetiva está a evoluir para uma avaliação sustentada na análise de dados e a análise desses dados vai muito além das vitórias, do número de golos marcados, dos passes feitos ou as distâncias percorridas.

Métricas como padrões de jogo, táticas, desempenho, capacidade de adaptação e disciplina estão a tornar-se cada vez mais comuns e a própria saúde de um atleta será também aferida pela IA.

Com a ajuda do “big data”, os recursos de previsão e diagnósticos serão cada vez mais assertivos.

Assim, não só saberemos quando um atleta se cansa, mas também em que circunstâncias e isso não se restringe às condições físicas, mas também ao seu estado mental e emocional.

Os métodos de treino serão aprimorados, pois a IA usará todos estes dados específicos para a optimização de desempenho do atleta.

A Inteligência Artificial poderá transformar os estádios e outros recintos desportivos em locais mais orgânicos no ponto de vista da participação, já que os adeptos e o público poderão ter acesso às estatísticas dos atletas nos seus telemóveis.

É fácil adivinhar de que forma impactante os detentores de direitos usarão estes dados para engajar os adeptos, influenciando as suas apostas.

Também neste contexto os sensores estão a conquistar o mundo do desporto.

Os dados gerados pelos sensores são o futuro e os atletas não poderão prescindir deles se quiserem melhorar a sua performance.

Com a ajuda de sensores, os dados são transformados em análises ao vivo e em tempo real.

Combinando esses dados com inteligência artificial sob medida, novas estratégias e aplicações podem ser desenvolvidas em vários campos.

Imagine uma t-shirt ou outro vestuário desportivo com sensores que o orientam para a postura correta enquanto pratica um exercício… já existe e as possibilidades são infinitas.

Sports fans

O engajamento dos adeptos e praticantes

O envolvimento dos adeptos e dos praticantes será crucial para os clubes, federações, indústria e serviços desportivos e os próprios atletas chegarem ao topo de notoriedade e sucesso.

Este público representa uma grande fonte de receita e estas entidades estão intensamente à procura de receitas alternativas, agora que a Covid reduziu a audiência in loco.

As ferramentas digitais desempenham um papel fundamental neste engajamento e na captação de novos fãs.

O mundo está ao alcance de todos, através dos meios digitais, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Por isso a construção desse relacionamento com o público, através das redes sociais, dos influenciadores, da produção de conteúdos e narrativas à medida e em parceria com os seguidores é muito importante.

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